Querido B.,

Obrigada por me proporcionar os sorrisos mais sinceros que tenho sido capaz de dar ultimamente, pelo carinho de cada tom de voz exaltado que termina em gargalhada, pela sutileza e simplicidade de cada momento que existe quando você está, pela presença silenciosa que sempre e inacreditavelmente conforta. Pelos olhares que quase sempre também terminam em sorriso. Pela doçura e pelo azedume, que juntos tem um sabor irreconhecível e muito agradável. Por toda espontaneidade e naturalidade possível.
E também, é claro, pela amizade e compreensão. Por cada pequena alegria de estar por perto, por mais vil que seja. E, por fim, pela saudade que deixa, toda vez que vai embora, e pela satisfação que traz, em cada reencontro.

Saudades já,
P.

“Eu me aprofundei mas não acredito em mim
porque meu pensamento é inventado.”
Clarice Lispector

3 comentários sobre “Querido B.,

  1. Poxa, acho que me confundi. Vim quente no blog da Anna e entrei no orkut de alguém, direto nos testemunhos.
    Pior que tava salvo aqui…
    Crtl+D executando função errada. Tenho que reconfigurar meu computador

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