plenitude (!)

Talvez a felicidade não seja bem um destino onde alguém deva chegar; a felicidade pode ser um estado diário, que muda a cada vez que o dia amanhece e acho que deve ser buscado diaria e religiosamente. E, enfim, me sinto feliz. Como há muito não me sentia. Acho que depois do amor e tudo que essa preciosidade de sentimento implica, a melhor coisa que a gente pode receber de alguém é o reconhecimento.
Quando a gente ouve um “obrigado por tudo”, de alguém que não costuma sair por aí demonstrando sentimentos, ou até mesmo um “eu te amo” (porque, pra mim, amar não deixa de ser uma forma de reconhecimento), ou então quando a gente recebe um “você se diferencia”, de alguém que não tece elogios em quase nenhuma circunstância… Isso dá uma força pra continuar, no que quer que seja.
Talvez seja isso o que eu estava precisando, e .
“(…) disseste que margarida era amarelo e branco
e eu disse que branco era paz e disseste que amarelo
era desespero e dissemos quase juntos que margarida
era então desespero cercado de paz por todos os lados.”

Caio Fernando Abreu

3 comentários sobre “plenitude (!)

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