capítulo II . o encontro

juiz de fora


Ele chegou e eu não estava lá onde deveria estar, esperando. Mas estava, o tempo todo, esperando, onde quer que eu estivesse. Enquanto ele guardava o carro, cheguei. E foi só a conta de dizer “oi” ao amigo para que ele chegasse. E ele chegou com um sorriso meio nervoso, meio sem saber o que nos esperava dali a cinco passos, quatro, três, dois… um passo. E agora? Agora a música já estava tocando, o jeito era fazer o que foi tanto ensaiado. Foi algo como um empurrão de dentro da coxia: “anda anna, é a sua vez!”, e meio assustada comecei a dançar. Os três, meio sem saber como agir um com a presença do outro, seguimos para um restaurante quaquer. Nos olhamos, pensamos, desacreditamos, mas não largamos mais.

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