blues antigo

independente do que eu seja, comecei esses dias a pensar no que queria ser. e fui vendo que não era nada do que um dia eu quis ser, mesmo porque eu sempre mudo de querer. em meses quero ser várias coisas diferentes, mas já percebi que me atrai mais tudo que exige da pessoa certo jeito e malícia pra ser. por exemplo, para ser jardineiro não basta saber das coisas da terra e da biologia, é preciso muita sensibilidade. e uma sensibilidade única, que nenhuma outra pessoa tenha (mas podem existir várias delas). e penso a mesma coisa para lidar com cozinha. e carece essa mesma sensibilidade para lidar com animais e com crianças. para a dança, para toda arte, e, claro, a mesminha para lidar com a escrita. com criações, em geral. há uma terceira “pessoa” a ser tocada, que pode ser uma reles roseira. mas há. sempre há. e não basta ser sensível, é preciso uma espécie de sensibilidade adaptativa, para todas as pessoas que surgirem além de você, e para o seu próprio ser, quando você não reconhecê-lo.

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