manjericão

Ele então me disse: “não adianta ir quebrando os galhos, você tem que tirar tudo de uma vez, pela raiz. Esse pé já está seco, tem que arrancar o que sobrou pra plantar outra coisa na terra”. O pé de manjericão não estava completamente seco, ainda haviam umas folhinhas, que mal resistiam, mas eram suficientes pra perfumar ainda.

Fui arrancar a planta seca e enraizada e ele disse: precisa ir com cuidado, girando de um lado pro outro, devagar, senão não sai. Era muito tempo de planta e os galhos secos machucavam. Depois que morreu é que fui descobrir que devemos cortar as flores do pé, para mantê-lo saudável por mais tempo. Não fiz isso, soube tarde demais de certos cuidados. 

Foi quando fiz uma força que nem sabia que tinha e arranquei-o de lá, espalhando um pouco de terra no entorno, mas nada demais. O vaso segue sem plantio, tomando chuva e sol, a mercê da naureza. De vez em quando surgem uns trevos (nenhum de quatro folhas) e uns matos despretensiosos, mas é sinal de que a terra ainda é fértil.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s